Voltar ao blog

Bun vs Node.js em 2025: comparativo de desempenho e recursos

Bun vs Node.js em 2025: comparativo de desempenho e recursos

A era do JavaScript server-side é dominada há anos pelo Node.js, mas um novo concorrente chamado Bun.js tem ganhado destaque com promessas de performance surpreendente e ferramentas integradas. Este artigo explora como medir e comparar o desempenho de Bun e Node.js em 2025, usando benchmarks práticos e análise técnica. Vamos descobrir juntos como cada runtime se comporta em termos de tempo de inicialização, throughput de requisições HTTP, tarefas intensivas de CPU, consumo de memória, além de seus recursos integrados (como gerenciador de pacotes e suporte nativo a TypeScript). Ao final, você saberá em quais cenários cada um brilha e quais trade-offs considerar ao escolher sua próxima stack.

Introdução aos Runtimes JavaScript

Antes de comparar números, precisamos entender quem são esses "concorrentes".

  • Node.js: lançado em 2009 por Ryan Dahl, mudou o jogo ao levar JavaScript para fora do navegador. Baseado no motor V8 do Google Chrome, o Node.js é conhecido por seu modelo de I/O não-bloqueante (event-driven) que escala bem em aplicações de rede. É maduro: há mais de uma década em uso, com milhões de pacotes no npm. Essa fama vem acompanhada de uma vasta comunidade, documentação rica e muitas soluções prontas. Porém, essa maturidade também traz complexidade: cada funcionalidade extra geralmente exige uma ferramenta dedicada (npm/Yarn para pacotes, Webpack/Rollup/Esbuild para bundling, Jest/Mocha/Vitest para testes etc.), levando a configurações e build pipelines que podem deixar a experiência de desenvolvimento pesada – é como ter um grande caminhão robusto, seguro para longas jornadas, mas que às vezes demora para esquentar o motor.

  • Bun: é o novato no pedaço, lançado em 2022/2023 por Jarred Sumner. Escrito em Zig (uma linguagem de baixo nível) e usando o motor JavaScriptCore (o mesmo do Safari, em vez do V8), o Bun propõe um pacote tudo-em-um: ele não é apenas um runtime, mas também inclui gerenciador de pacotes (bun install), bundler (bun build), e até test runner próprio (bun test), tudo num único binário. O objetivo principal do Bun é ser ultra-rápido: carrega instantaneamente, executa TypeScript sem transpilar, instala dependências muito mais rápido que npm, e processa requisições HTTP com alta taxa de transferência. É como se fosse um esportivo planejado para performance, trocando a estabilidade comprovada pelo Node por uma experiência extremamente otimizada – perfeita para projetos novos, funções serverless ou onde a velocidade de feedback conta (tests rápidos, iniciações de serviço em pipelines).

Nos tópicos a seguir, vamos colocar Bun e Node lado a lado em vários aspectos técnicos. Veremos benchmarks concretos (como números de requisições por segundo e timings de tarefas CPU-intensivas), assim como diferenças de recursos e ferramentas, sempre com exemplos de código prático para ilustrar.

Comparativo de Desempenho

O ponto alto do debate Bun vs Node é o desempenho. Quais diferenças podemos esperar em cenários reais de uso?

Tempo de Inicialização (Cold Start)

  • Node.js: geralmente leva alguns segundos para iniciar um processo (fazer boot do runtime). Com npm ou npx envolvidos, a simples execução pode dar uma pequena “travada” no primeiro segundo. Para uma aplicação server comum, isso não é um problema crônico – mas em ambientes serverless (onde funções iniciam sob demanda), cada milissegundo conta.
  • Bun: é conhecido por seu startup quase instantâneo. Em testes práticos, projetos que demoravam ~5 segundos para rodar no Node passaram a subir em <2 segundos no Bun (strapi.io). Isso significa um cold start muito mais rápido: imagine um site estático sendo servido numa função de nuvem – Bun faria a função iniciar em microssegundos, reduzindo drasticamente a latência do primeiro usuário. Em contrapartida, Node precisa “aquecer” o V8, sobressaindo em processos longos que ficam em memória por muito tempo.

Exemplo de comparação de tempo de inicialização:
Suponha um pequeno servidor HTTP. No Node, você salva como server.js:

// servidor-node.js const http = require('http'); const server = http.createServer((req, res) => { res.end('Olá do Node.js!'); }); server.listen(3000, () => { console.log('Servidor Node escutando na porta 3000'); });

Execute com node servidor-node.js e verá que leva alguns milissegundos até aparecer "Servidor Node escutando...". Em Bun, crie server-bun.js:

// servidor-bun.js import { serve } from "bun"; serve({ port: 3000, fetch(request) { return new Response("Olá do Bun!"); }, });

Rodando bun servidor-bun.js, o tempo até ele imprimir o log (ou ficar pronto para conexões) será notavelmente menor. Essa diferença de poucos segundos pode não parecer muito, mas em cenários de alta escala (muitas instâncias iniciando do zero) ela conta bastante.

Throughput de Requisições HTTP e Latência

Uma aplicação web lida com requisições simultâneas: aqui medimos o throughput (quantas requisições por segundo o servidor consegue processar) e latência. Em testes com servidores simples estilo Express, a diferença foi gritante:

  • Node.js: atingiu cerca de 13.000 requisições por segundo num benchmark típico.
  • Bun: alcançou cerca de 52.000 requisições por segundo, ou seja, ~4× mais throughput (strapi.io).

Outro teste, usando 1 milhão de requisições em paralelo, mostrou números similares: Node precisou 16 segundos, com pico de 72k req/s; Bun levou 10 segundos, chegando a 137k req/s – quase o dobro (www.notjust.dev). Esses exemplos mostram que, sob carga simultânea, o Bun consegue atender muito mais pedidos por segundo, provavelmente graças ao modo como o JSC gerencia I/O e conexões.

Por que essa diferença? O Bun usa JavaScriptCore, que tem otimizações diferentes do V8. Além disso, algumas APIs do Bun são nativas e eficientes (por exemplo, seu próprio servidor/http). Isso acaba resultando em menor overhead por requisição. Na prática, se você estiver construindo uma API ou microserviço de alta performance, essa capacidade extra de responder a requisições pode permitir servir mais usuários com menos instâncias.

Tarefas CPU-Intensivas

Para operações que usam CPU intensamente (como cálculos pesados, ordenação de dados, processamento de imagens etc.), as diferenças também aparecem:

  • Em um teste simples de gerar e ordenar 100.000 números, Node.js levou cerca de 3.400 ms.
  • Bun completou a mesma tarefa em cerca de 1.700 ms (strapi.io), ou seja, metade do tempo.

Isso significa que, em loops complexos ou algoritmos dentro do JavaScript, Bun tende a ser ~2× mais rápido que Node. O motivo é a implementação do justo dentro do motor JavaScriptCore e a estratégia de compilação otimizada usada pelo Bun.

Exemplo (simples):

// Computa array de números e ordena const arr = Array.from({ length: 100000 }, (_, i) => Math.random()); console.time("ordenacao"); arr.sort((a, b) => a - b); console.timeEnd("ordenacao");

Se você executar este código no Node e no Bun, verá algo como ordenacao: 3400 ms no Node e cerca de 1700 ms no Bun (esses números são ilustrativos). A vantagem do Bun fica clara em tarefas pesadas repetidas.

Consumo de Memória

De modo geral, o Bun aparenta usar menos memória em tarefas simples por conta do seu motor otimizado. O JavaScriptCore tende a ocupar menos heap inicial, e o tempo de iniciação reduzido evita alocar muitos objetos logo de cara (strapi.io). Para funções serverless ou tarefas curtas, isso significa menos RAM gasta no início.

No entanto, o consumo real de memória varia muito de caso a caso. Em alguns testes de mundo real, desenvolvedores notaram que uma migração simples para Bun acabou aumentando o uso de RAM em até 40% (ritik-chopra28.medium.com). Isso ocorreu porque determinados padrões de código ou bibliotecas podem levar o coletor de lixo (GC) do JSC a comportar-se de forma diferente.

Em resumo, não há garantia de que Bun sempre usará menos memória que Node. Em muitos cenários típicos ele vai estar no mesmo patamar ou um pouco abaixo, mas em cargas intensas seus heaps separados (um para o runtime JS e outro para operações nativas internas) podem crescer. Por isso, se memória é crítica (por exemplo, em containers limitados ou serviços com muitos dados), é bom fazer testes na sua aplicação específica antes de decidir pela troca de runtime.

Ferramentas Integradas e Experiência do Desenvolvedor

Além de puro desempenho, Bun oferece uma grande mudança na experiência do desenvolvedor ao integrar diversas funcionalidades num único pacote. Vamos comparar como é trabalhar com cada runtime no cotidiano de um dev.

Gerenciamento de Pacotes

  • Node.js: usa npm (ou o equivalente Yarn, pnpm), que são ferramentas externas. Para instalar bibliotecas, você roda npm install <pacote>. Esse processo, em projetos grandes, pode ser lento (por exemplo, instalar dezenas de dependências leva vários segundos). É um sistema maduro, mas separado do runtime.

  • Bun: traz seu próprio gerenciador bun install que é 100% compatível com pacotes npm. Ele é extremamente rápido – testes mostraram instalações geralmente dezenas de vezes mais rápidas do que com npm. Por exemplo, instalar o pacote express levou 5s no npm e apenas 0.6s no bun (quase 10× mais rápido) (www.notjust.dev). Um projeto novo (usando Expo, por exemplo) iniciou em 60s com npm e só 7s com bun.

Isso significa que, em situações como CI/CD ou clonagem de projeto, o tempo esperando npm install pode quase desaparecer. No entanto, a compatibilidade costuma ser muito boa: o bun install lê seu package.json e instala os mesmos módulos. Em alguns casos raros, há mudanças sutis (como scripts pós-instalação precisando de ajustes), mas no geral você consegue substituir sem problemas. Em suma: Bun economiza tempo na fase de setup do projeto.

Bundling e Transpilação TypeScript

  • Node.js: não vem com bundler ou conversão built-in. Se você for escrever ES Modules para navegador (ou usar sintaxe moderna), normalmente você precisa de ferramentas externas (Webpack, Rollup, esbuild) ou rodar o TypeScript (tsc) para gerar código compatível. Para executar TypeScript diretamente no Node, usa-se ts-node ou flags experimentais, que adicionam complexidade.

  • Bun: tem bundler integrado (bun build) e também executa TypeScript nativamente, sem precisar de configuração. Na prática, você pode escrever seus arquivos .ts e executar diretamente com bun run arquivo.ts; o Bun olha o código TS e roda sem chamar o compilador separado. Por exemplo, suponha este código TypeScript:

    // greet.ts export function cumprimentar(nome: string): string { return `Olá, ${nome}!`; } console.log(cumprimentar("Mundo"));

    Com Node.js você precisaria primeiro transpilar para JavaScript (usando tsc) ou usar algo como ts-node. Com Bun, basta renomear o arquivo para .ts (ou até manter .js mas usando sintaxe TS) e rodar bun run greet.ts. Ele aparece executando imediatamente sem erros, graças ao suporte nativo. Isso elimina um monte de setup (configurar tsconfig.json, instalar dependências de transpilador, etc.) e acelera o ciclo de desenvolvimento.

Em termos de bundler, o Bun também constrói pacotes para diferentes alvos sem esforço extra. Por exemplo, você pode criar builds otimizada para navegador ou para produção do seu servidor com um só comando bun build. Isso pode substituir Webpack/Parcel em muitos casos, sem arquivos de configuração longos. (Para desenvolvedores fullstack, pensar no Bun como um "canivete suíço" pode ser útil: ele traz várias ferramentas empacotadas.)

Testes e Ferramentas Extras

  • Node.js: novamente, depende da comunidade. Precisa instalar Jest, Mocha, Vitest ou outro framework para testes. Cada projeto escolhe o que quiser e adiciona no package.json.
  • Bun: traz seu próprio test runner (“Jest-compatible” segundo a documentação). Basta escrever seus testes em arquivos .test.js ou .test.ts e rodar bun test. Ele vai descobrir e executar, sem precisar instalar nada além do próprio bun.

Assim, tarefas comuns (instalar dependências, executar bundler, rodar testes) passam de várias ferramentas separadas para uma única interface. Isso reduz arquivos de configuração (por exemplo, package.json, webpack.config.js, .babelrc, jest.config.js podem ser substituídos por configurações mínimas ou nada) e torna o onboarding de novos desenvolvedores mais rápido. Se você já viu alguém perder horas ajustando versões de Webpack ou Babel, sabe como isso é valioso. Porém, a desvantagem é menos flexibilidade: projetos muito customizados ainda podem preferir usar ferramentas específicas. Nesse caso, Bun não impede que você use e.g. esbuild ou Jest externos, mas perderia um pouco do “pulo do gato” de ter tudo integrado.

Exemplo Prático de Uso

Imaginemos um desenvolvedor que quer criar uma nova API simples. Com Node.js tradicional, ele faria algo como:

npm init -y npm install express # instala o framework

E então escreveria código, possivelmente precisando configurar Babel ou Webpack se usar sintaxe moderna, e instalaria um pacote de testes, etc.

Com Bun, o fluxo seria mais enxuto:

bun init # inicia projeto Bun (gera package.json etc. já configurado) bun install express # instala dependências instantaneamente

E o ambiente já está pronto para importar ES Modules ou TypeScript. Ele pode até pular a instalação de Express e usar o servidor interno do Bun (com serve), como no exemplo anterior. O importante é que o tempo gasto em configuração e instalação é significativamente menor.

Ecossistema e Compatibilidade

Ter um runtime rápido e integrado é ótimo, mas e a maturidade do ecossistema?

  • Pacotes npm: O Node possui o maior repositório de bibliotecas JS do mundo. Quase qualquer necessidade já tem um módulo npm testado. O Bun, por outro lado, ainda está conquistando compatibilidade plena. A maioria dos pacotes funciona sem ajustes, mas alguns que usam internamente APIs específicas do Node ou configurações incomuns podem ter problemas. O time do Bun vem adicionando "shims" e compatibilidade, mas adotar Bun pode exigir testes de regressão em módulos críticos. Por exemplo, modulos que dependem de APIs internas do V8 ou paths estranhos (alguma manipulação de módulo em CJS puro) podem precisar ser substituídos ou ajustados.

  • Maturidade e Estabilidade: Node (em 2025) está na versão 20+ com ciklo LTS bem definido. É usado em milhares de empresas e projetos de grande porte. Bun está evoluindo rápido – novas versões aparecem frequentemente com melhorias e correções – mas por ser novo, ainda falta o “testado em batalha” que o Node já tem. Se você está em uma grande equipe corporativa preocupada com suporte a longo prazo, a estabilidade do Node leva vantagem.

  • Community & Suporte: A comunidade do Node é imensa; fóruns, cursos, artigos e suporte oficial são abundantes. O Bun tem uma comunidade menor (modelo GitHub e Discord) e uma base de artigos em crescimento, mas nada comparável ao Node.js ainda.

  • Suíte de Ferramentas em Evolução: Vale citar que o Bun está em rápida evolução: ganhou atenção grande (foi até adquirido pela empresa Anthropic em 2024) e continua sendo aprimorado. Enquanto isso, melhorias em Node e V8 também ocorrem, mas de modo mais incremental. Fique atento: funcionalidades do Bun podem mudar de versão para versão, o que exige manter a base de código atualizada.

Quando usar Bun ou Node.js

Dado tudo isso, quando escolher qual?

  • Use Node.js se: você tem um projeto legado ou grande (monolinho ou microserviços já existentes) com muitas dependências; se precisa de máximo suporte a módulos npm (alguns ainda podem não funcionar no Bun); se está em um ambiente empresarial que valoriza estabilidade, suporte a longo prazo e um ecossistema vasto. Node é como aquele velho carro confiável que atravessa o deserto sem quebrar.

  • Use Bun se: você está começando um greenfield (um projeto novo do zero), especialmente se performance e rapidez de desenvolvimento são chave. Bun faz sentido para aplicações serverless/edge, REST APIs de alta demanda, ou qualquer cenário onde iniciar rápido, responder bem e ter feedback instantâneo (tests instantâneos, recompilações rápidas) traga vantagem. Também serve bem para projetos fullstack modernos, onde você pode usar o bundler integrado para frontend e backend em um só lugar.

Em termos de cenário prático, imagine uma startup construindo rapidamente um protótipo de serviço que precisa escalar em lambdas: Bun pode reduzir custos de CPU e tempo de instância inicial, acelerando o TTFB (time to first byte). Já uma empresa grande migrando um CRM inteiro ou plataforma de pagamento provavelmente vai preferir Node para evitar riscos de compatibilidade.

Conclusão

Bun vs Node.js não é uma disputa de "qual é melhor", mas de "qual se encaixa melhor no seu contexto". Resumindo os pontos-chave:

  • Desempenho: Bun tem vantagens claras em tempo de inicialização, throughput de HTTP e tarefas CPU-intensivas (cerca de a 4× mais rápido em vários cenários) (strapi.io) (www.notjust.dev). Isso leva a aplicações mais ressponsivas e eficientes.
  • Ferramentas e DX: Bun integra bundler, gerenciador de pacotes e test runner nativamente, eliminando muita configuração e acelerando fluxos (instalações de dependências 10×-30× mais rápidas, suporte TypeScript sem setup). Node precisa das ferramentas separadas, deixando-o mais trabalhoso de configurar.
  • Ecosistema: Node.js continua reinando com seu ecossistema vasto e comprovado. Todos os pacotes principais do npm funcionam lá sem surpresas. Bun já roda a maioria dos projetos Node, mas pode esbarrar em incompatibilidades com bibliotecas menos comuns ou recursos experimentais do Node.
  • Maturidade: Node é confiável e previsível. Bun está amadurecendo, mas por ser novo exige um pouco mais de cuidado (atente-se a testes de memória e estabilidade em produção).
  • Casos de uso: Para projetos críticos de performance ou serverless, ou se você quer tudo preparado "fora da caixa", Bun é uma opção excelente. Para sistemas legados, grandes equipes empresariais ou aplicações que dependem fortemente da comunidade Node, fica mais seguro continuar com Node.js.

Em 2025, o mundo JavaScript tem espaço para ambos. Node.js não morreu nem perderá seu lugar tão cedo; pelo contrário, continua evoluindo (versões 18/20 com melhorias constantes). Já o Bun promete empurrar as fronteiras de velocidade e produtividade. O mais prudente é ficar de olho nos dois: use benchmarks reais no seu código para decidir.

Próximos passos? Se seu projeto é novo, experimente escrever algumas partes críticas em Bun e compare os resultados com Node. Se já usa Node, talvez valha a pena montar um protótipo ou uma microparte em Bun para ver o impacto. Independentemente da escolha, saber das diferenças ajuda a tomar decisões informadas. A tendência é que, nos próximos anos, qualquer decisão no universo JS leve em conta esses runtimes alternativos: afinal, quem ganha, no fim das contas, é a comunidade que conta com ferramentas mais rápidas e fáceis de usar.

Resumo final: Node.js = confiável, maduro, amplo suporte; Bun = inovador, rápido, integrado. Escolha o kit de ferramentas certo para a corrida certa!

Quer aprender mais sobre Programação?

Você acabou de ganhar 1 hora com a minha equipe para uma call exclusiva! Vamos entender o seu momento e te mostrar o caminho para se tornar um programador de sucesso. Clique no botão abaixo e agende agora mesmo!